Financiamento imobiliário continua superando pagamento à vista em SP.
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Financiamento imobiliário continua superando pagamento à vista em SP

Por: Evelin Ribeiro 13/08/10 - 14h31 InfoMoney

SãO PAULO – O financiamento imobiliário manteve sua predominância sobre as compras à vista de imóveis usados em três das quatro regiões do estado de SãO PAULO analisadas pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de SãO PAULO) em junho deste ano.

Levantamento divulgado nesta sexta-feira (13) destaca a região que compreende o ABCD mais Guarulhos e Osasco, onde 72,53% das vendas de imóveis usados registradas no sexto mês do ano foram feitas por meio de financiamento.

Na capital paulista, o percentual foi de 69,63% e, no interior, de 62,65%. Apenas no litoral o pagamento à vista (62,96%) superou o financiamento (33,34%).

CEF ainda predomina: A pesquisa do Creci-SP ainda aponta que os financiamentos feitos pela CEF (Caixa Econômica Federal) prevalecem em todas as regiões. Em junho, a região do ABCD, Guarulhos e Osasco destacou-se novamente, pois as transações feitas pelo banco representaram 68,68% das vendas.

No litoral, os financiamentos feitos pela Caixa foram 31,28% do total das comercializações. No interior, 54,42% das vendas foram financiadas pelo banco e, na capital paulista, 53,22% financiaram o imóvel usado pela Caixa.

Outras formas de pagamento: Ainda segundo o Creci-SP, os paulistas também negociaram a compra do imóvel usado diretamente com o proprietário. No litoral, essa negociação representou 3,70% do total, enquanto no interior foram 1,61%.

Na região do ABCD, Guarulhos e Osasco, 1,10% das vendas foram negociadas dessa forma, enquanto na capital paulista, o percentual foi de apenas 0,67%.

Apenas no interior e na capital foram registradas compras feitas por meio de consórcio. Em junho, 0,20% e 0,22%, respectivamente, das compras de imóveis usados foram efetuadas por esse sistema.

Vendas: No estado de SãO PAULO, as vendas de imóveis usados tiveram em junho a primeira queda após cinco meses consecutivos de alta. As 1.864 imobiliárias de 37 cidades que constam na pesquisa comercializaram 1.380 unidades, o que fez o índice de vendas cair de 0,9623 registrado em maio para 0,7403 em junho.

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